domingo, 26 de março de 2017

Matões: "Elinaldo é forte ou não é" ?


O editor deste blog acha o seguinte, para quem dizia nas rodas de conversas por ai na cidade, que “Elinaldo Colaço é fraco” se enganou. Após ele aderir ao grupo “Pereira e Coutinho” chegou com uma moral que muitos estão no grupo há tempos não tem até hoje.

Sabemos que politica é pra quem te lábia e ser esperto, Elinaldo quando veio de volta para o grupo veio com a intenção de ser o Vice do “Grandão” com as forças do mestre “Rubão”, mais os acordos políticos mudaram as conversas.

É meus amigos, hoje o mundo é dos espertos mesmo e o grande Elinaldo calou a boca de muitos. Chegando os resultados das eleições e a derrota do seu  candidato a vereador no município, que pra muitos foi dada como eleito pelo seu potencial, deu no que deu. 

Para os analisadores de politica foi o “Fim de Elinaldo” na politica mais passado alguns dias começou a era do Ilustre Elianaldo, hoje é Secretario de Infraestrutura de Matões escolhido por “Grandão” para compor seus secretários, seu candidato é Secretario Adj. De Educação e sua esposa diretora de um hospital não apuramos diretamente se sua esposa é diretora, mais segundo fontes da região é. A partir dai ele mostrou pra muitos que desacreditavam dele se ele é forte ou não.


Deixo a pergunta no ar, Elinaldo é forte ou não é? Bem, quando foi anunciada a lista de secretários que iria compor o pleito de “2017 a 2020” muitos aliados se chatearam, pois ele chegou ao grupo recente e hoje manda e desmanda em tudo no grupo. É meus caros amigos o homem mostrou que é “forte” mais vamos aguardar e acompanhar a “Saga Elinaldo Colaço”. 
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Ex-jogador de futebol Holandês Ronald de Boer esteve no Maranhão


O holandês sim se preocupa com a causa do Futebol no Maranhão, nos últimos dias em todos os blogs e noticiários da região dos cocais. Fizeram a cobertura desse projeto que chamou atenção de muitos.

O responsável por todo evento é o ex-jogador da Seleção da Holanda, Ronald de Boer, encerrou nesta sexta-feira, 24, por volta das 13h, na comunidade de Boqueirão dos ‘Vieira’, uma visita de 3  dias que fez ao município de Codó e Timbiras conhecendo a realidade de meninas em situação de vulnerabilidade social e também dando seu apoio ao desenvolvimento do futebol feminino executado pela ONG Plan Internacional.

Ressaltando que Ronald já enfrentou o Brasil na semifinal da Copa do Mundo de 1998, quando perdeu um pênalti para o Goleiro Tafarel, agora já no maranhão entrou em campo por motivos diferentes buscou conscientiza mais as jogadoras de futebol do Maranhão para que elas tenham oportunidades ao contrário de outras que não tem, por falta de incentivo.


Com o apoio de Boer o projeto de Futebol Feminino da Plan que ainda em reuniões que vai mudar por outro nome que entrará em nova fase e quer aproximar mais os pais as atletas.
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quarta-feira, 22 de março de 2017

Flávio Dino despreza Caxias e vira alvo de críticas na Câmara de Vereadores

A sessão da Câmara Municipal de Caxias segue em clima acalourado. Nesta segunda-feira (20), os parlamentares fizeram duras críticas ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), por ainda não ter renovado convênios com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e a Maternidade Carmosina Coutinho, além de uma suposta "falta de atendimento" no Hospital Regional de Caxias.

Durval Júnior (PSB) levantou o assunto na tribuna. "Caxias atende hoje 54 municípios. E aonde temos a maior e única maternidade da região, Carmosina Coutinho, que tinha investimento até dezembro de R$ 1 milhão 350 mil, com a perda do mandato do prefeito Léo Coutinho, imediatamente o governador tirou o recurso", disse.

Ainda segundo o vereador, o Hospital Regional Dr. Everaldo Ferreira Aragão, sediado em Caxias, não tem atendido os munícipes locais. "Segundo informações, morreu um jovem baleado na porta do macro, dentro de uma viatura da Samu, mas não deixaram ele entrar. Ou seja, sediamos um dos maiores hospitais macrorregionais do Maranhão, aonde o nosso povo não tem como entrar", afirmou.

Para Durval Júnior "a questão é política e quem está pagando a conta é o povo de Caxias".

"Desde que iniciamos essa legislatura eu chamei atenção para a questão dessas brigas de poderes. Nesse momento de saúde pública o que temos que fazer é deixar as diferenças políticas de lado. E essa Casa aqui tem responsabilidade, seja de situação, seja de oposição. Se é o governador que está errado, tem que ser dito. Se é o prefeito, também tem que ser dito", comentou indignado o vereador Neto do Sindicato (PC do B).

Sargento Moisés (PSD) parabenizou a discussão. Segundo o parlamentar, "o governador sabe muito bem arrecadar". "São pesados tributos que nós temos pagado. Agora o que queremos é que retorne para nós em benefício. Vemos ações do governo Flávio Dino já neste ano na região, mas em Caxias parece que, se ele passa, é por cima. Ou se ele vem é pra visitar alguém de forma isolada. A comunidade está sentindo falta do governador", frisou.

O parlamentar lembrou que antes, na UPA "existia uma empresa terceirizada que só em funcionários gastava R$ 680 mil, dinheiro que poderia está contratando profissionais para melhor atender".

"Essa Casa não pode se furtar a este reclame. Engraçado que o governo tem vários parceiros aqui e se esquece disso. Nós temos o presidente da Assembleia, é amigo pessoal do governo. Outros parceiros políticos do governador são daqui. Com votos daqui, ele se elegeu deputado federal, que não vejo e nunca mais vi por aqui. Então, que ele respeite a sociedade caxiense, respeite suas parcerias políticas. O doente não tem partido", declarou o Sargento Moisés.

No entendimento do Repórter Puliça (PRB), "o governador está traindo o povo de Caxias". Sobre o Hospital Regional de Caxias: "A desculpa de lá é que não tem vaga. E hoje eu soube que quem vem de Matões está fazendo é fila".

O presidente da Câmara, vereador Catulé (PRB), encerrou a sessão também comentando o assunto. "Vivemos uma crise sem precedente. O problema da saúde é no país todo. Ela deveria ser prioridade. Nossa cidade está no limite. Porém as questões políticas ainda prevalecem mais do que os sentimentos da população". (Por João Lopes, portal Noca)

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